13 de fevereiro de 2010

- Limite-se à realidade. Eis o vôo mais audaz. Eis o mistério mais profundo. Eis o grande símbolo. Eis o insondável nada.

- O insondável nada de onde tudo provém. Que a tudo sustenta, entre o existir e o não-existir. Eis o alimento do qual se alimenta o próprio tempo.

- O vazio, luminoso e auto-sensciente, onipresente e supereloquente, sucinta e modifica toda estrutura, organicamente.

- Orgânica mente, indubtavelmente manifesta com não-mente, superando todo dualismo, sem entretanto descartar qualquer dialética, nem tomando e nem rejeitando nenhuma conceituação sobre a realidade absoluta, apenas não concluindo linearmente suas pecepções sobre a mesma, permeia, passiva e ativamente, toda atividade, momentaneamente perceptivel ou não, pontuando dentro de sua própria esfera absoluta toda enunciação auto-existente manifesta no círculo da fraternidade do lotus branco.

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